O Morro dos Ventos Uivantes (Emily Bronte)

Meus maiores sofrimentos neste mundo tem sido os sofrimentos de Heathcliff. Se tudo mais desaparecesse e ele ficasse, eu continuaria existindo. Se tudo ficasse e ele fosse aniquilado, eu ficaria sozinha em um mundo estranho, incapaz de ter parte nele. Meu amor por Linton é como a folhagem da relva; o tempo há de mudá-lo como o inverno muda as árvores.

“Meu amor por Heathcliff é como as rochas eternas que ficam no chão. “

Nelly, eu sou Heathcliff. Sempre, sempre o tenho no meu pensamento. Não como um prazer – porque eu também não sou um prazer para mim mesma – mas como meu próprio ser.

 

Catherine Earnshaw sobre Heathcliff

 

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– Harry Potter e a Câmara Secreta –

Boa noite amores e amoras,

Como faz algum tempo que não trago um trecho dos meus mais preferidos livros, ai vai o trecho de um dos livros que mais amo em toda essa vida.

— Então eu deveria estar na Sonserina — disse, olhando desesperado para Dumbledore. — O Chapéu Seletor viu poderes de Slytherin em mim, e… — Pôs você na Grifinória — completou Dumbledore, serenamente.

— Ouça, Harry. Por acaso você tem muitas das qualidades que Salazar Slytherin prezava nos alunos que selecionava. O seu dom raro de falar a língua das cobras, criatividade, determinação, um certo desprezo pelas regras — acrescentou, os bigodes tremendo outra vez. — Contudo, o Chapéu Seletor colocou você na Grifinória. E você sabe o porquê. Pense.

— Ele só me pôs na Grifinória — disse Harry com voz de derrota — porque pedi para não ir para a Sonserina…

— Exatamente — disse Dumbledore, abrindo um grande sorriso. — O que o faz muito diferente de Tom Riddle.

“São as nossas escolhas, Harry que revelam o que realmente somos, muito mais do que as nossas qualidades.”

— Harry ficou sentado na poltrona, atordoado. — Se quiser uma prova, Harry, de que pertence à Grifinória, sugiro que olhe para isto com maior atenção.

Dumbledore esticou o braço para a escrivaninha da Profª. McGonagall, apanhou a espada de prata suja de sangue e entregou-a a Harry. Embotado, Harry revirou-a, os rubis rutilaram à luz da lareira. E então viu o nome gravado logo abaixo da bainha. Godrico Gryffindor. — Somente um verdadeiro membro da Grifinória poderia ter tirado isto do chapéu, Harry — concluiu Dumbledore com simplicidade. Durante um minuto nenhum dos dois falou. Depois Dumbledore abriu uma gaveta da escrivaninha da Profª. McGonagall e tirou uma pena e um tinteiro. — O que você precisa, Harry, é de comida e de um bom sono. Sugiro que desça para a festa enquanto escrevo a Azkaban, precisamos ter o nosso guardacaça de volta.

E preciso preparar o anúncio para o Profeta Diário, também — acrescentou pensativo. — Vamos ter que contratar um novo professor de Defesa Contra as Artes das Trevas… Ai, ai, parece que gastamos esses professores muito depressa, não é mesmo? Harry se levantou e saiu em direção à porta. Tinha acabado de levar a mão à maçaneta, quando a porta se abriu com tanta violência que bateu na parede e voltou. – Harry Potter e a Câmara Secreta

Trechos especiais do Livro Harry Potter e a Câmara Secreta – J.K. Rowling

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– O dia do Curinga –

“- Na praia, uma criança constrói um castelo de areia. Por um momento, contempla admirada sua obra. Depois destrói tudo e constrói outro castelo. Da mesma forma, o tempo permite que o globo terrestre realize seus experimentos. Aqui nesta praça se escreveu a história do mundo; aqui os acontecimentos foram gravados na memória das pessoas, e depois novamente apagados. Na Terra, a vida pulsa de forma desordenada, até que um belo dia nós somos modelados… com o mesmo e frágil material de nossos antepassados. O sopro do tempo nos perpassa, nos carrega e se incorpora a nós. Depois se desprende de nós e nos deixa cair. Somos arrebatados como num passe de mágica e depois novamente abandonados. Sempre há alguma coisa fermentando, à espera de tomar nosso lugar. Isso porque não temos um solo firme sob os nossos pés. Não temos sequer areia sob os pés. Nós somos areias.” – 266

“Não é difícil reencontrar pessoas que a gente não vê há muitos anos. O difícil começa depois de
passado o impacto do reencontro.” – 324

 

Trechos especiais do Livro “O Dia do Curinga” – Jostein Gaarder

O dia do curinga é a história de muitas viagens fantásticas que se entrelaçam numa viagem única e ainda mais fantástica – e que só pode ser feita por um grande aventureiro: o leitor.

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