O Tempo – Mario Quintana

A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa.
Quando se vê, já são seis horas!
Quando de vê, já é sexta-feira!
Quando se vê, já é natal…
Quando se vê, já terminou o ano…
Quando se vê perdemos o amor da nossa vida.
Quando se vê passaram 50 anos!
Agora é tarde demais para ser reprovado…
Se me fosse dado um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.
Seguiria sempre em frente e iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas…
Seguraria o amor que está a minha frente e diria que eu o amo…
E tem mais: não deixe de fazer algo de que gosta devido à falta de tempo.
Não deixe de ter pessoas ao seu lado por puro medo de ser feliz.
A única falta que terá será a desse tempo que, infelizmente, nunca mais voltará.

Mario Quintana

JosyAssinatura

Losing My Religion – R.E.M.

Olá meus amores e minhas amoras!!!
Hoje trouxe mais uma das velhinhas que tanto amamos Losing My Religion,  uma música que foi lançada em 19 de Fevereiro de 1991 nos Estados Unidos, pela banda americana de rock alternativo R.E.M. A música foi o primeiro single do sétimo álbum de  estúdio da banda chamado Out of Time e se tornou o maior hit da banda nos Estados Unidos. A música ficou durante 21 semanas na Billboard Hot 100 (a tabela musical padrão dos Estados Unidos que avalia a lista das cem músicas mais vendidas no decorrer de uma semana, publicada pela revista Billboard). O álbum Out of Time e a canção Losing My Religion fizeram um sucesso que ia além das expectativas da banda.

A canção recebeu muitos elogios por parte da crítica e, em 1992 a banda foi indicada a sete prêmios Grammy, sendo que boa parte das indicações que a banda recebeu nesse ano foi pela canção Losing My Religion. Na cerimônia, a banda acabou levando dois prêmios pela canção o de Melhor ClipeMelhor Performance Vocal Pop de Duo ou Grupo . Ganhou também seis prêmios do MTV Video Music Awards de 1991 que foram Clipe do Ano, Melhor Direção, Melhor Direção de Arte, Descoberta do Ano, Melhor Edição e Melhor Clipe de um Grupo. Em 2004, a canção ficou em 169º lugar na lista das 500 melhores canções de todos os tempos da Revista Rolling Stone. Em 2010 a canção ganhou uma versão cover pela série televisiva Glee, interpretada por Cory Monteith e em 2012 pela banda italiana Lacuna Coil.

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Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban – Versão Illustrada

Harry Potter já é perfeito, ilustrado então, não tem como não amar. Então para todos, que assim como eu, estavam ansiosos por essa notícia:

“A Versão ilustrada, e em português, de Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban, será lançada em Abril/2018.”

Segundo informações retiradas do site “https://potterish.com” a Editora Rocco informou que a versão Ilustrada de Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban chegará às livrarias do Brasil em 2 de Abril de 2018. Essa novidade é de aquecer o coração, não é mesmo? Principalmente para nós amantes de Harry Potter.

Veja algumas imagens das ilustrações que você encontrará nesta linda edição:

“Juntamente com Rony e Hermione, seus melhores amigos, Harry Potter está no terceiro ano na Escola de Magia e Bruxaria  de Hogwarts. Os assustadores guardas da prisão de Azkaban foram chamados para vigiar as entradas da escola, pois um perigoso assassino está foragido e tudo indica que o seu alvo é o Herdeiro de Lilian e Tiago Potter. O que acontecerá com Harry diante dessa ameaça?”

“Em Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban o leitor estará mais uma vez mergulhado no mundo magico de Hogwarts, só que dessa vez Illustrada e cheia de detalhes, e participando de aventuras repletas de imaginação, humor e emoções que repetem o encantamento proporcionado pelos outros livros.”

Está preparado para todo esse encanto? Eu não sei se meu coração aguenta!!! Principalmente essa ansiedade pela chegada do dia 02 de Abril.

Vamos aguardar juntos?

Qualquer novidade volto aqui correndo para contar para vocês.

 

 

JoiceAssinatura

 

 

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Inventei você?

Alex está no último ano do ensino médio e trava uma batalha diária para diferenciar realidade de ilusão. Armada com uma atitude implacável, sua máquina fotográfica, uma bola 8 mágica e sua única aliada  – a irmã mais nova – ela declara uma guerra contra sua esquizofrenia, e pretende vencer. Determinada a se manter sã o suficiente para terminar o colegial e entrar na faculdade.

E Alex está bem otimista com suas chances, até se deparar com Miles. Será mesmo aquele garoto de olhos azuis, com quem ela compartilhou um momento marcante no passado? Mas, aquele garoto, não tinha sido produto de sua imaginação?

Antes que possa perceber, Alex está fazendo amigos, indo a festas, se apaixonando e experimentando todos os ritos de passagem tipicamente adolescentes. O problema é que ela talvez não esteja preparada para ser tão normal assim.

Visão da Blogueira: Um livro fascinante e provocativo, extremamente intrigante, Inventei você?, vem com uma premissa diferente. Descreve a luta que Alex, uma adolescente com um quadro de esquizofrenia, trava para se adaptar a sociedade preconceituosa e nada informada do colégio East Shoal.

“Eu me afastei de costas, puxando uma mecha de cabelo. Já tinha visto comentários sobre essas coisas. Bullyng, brutalidade na escola. Eles não raspariam minha cabeça, raspariam? Mas havia tanta gente, todo mundo assistindo, esperando. Os homens de terno no telhado não faziam nada, bela segurança escolar”. (Inventei você? – pág. 53)

Apesar de tratar-se de um assunto, muitas vezes visto com um certo tabu, este livro é engraçado e divertido. O leitor se apaixona logo nas primeiras páginas por Alex, e passa a enxergar o mundo da forma que ela enxerga. O que mais surpreende, é compreendermos que na maioria das vezes ela passa por dúvidas e incertezas como qualquer outro ser humano.

Sabe quando um livro de pega de tal forma, que você quer a todo momento falar sobre ele com alguém? Pois bem, este livro é assim. Ele te faz rir e chorar, refletir sobre o quanto nos preocupamos em ficar sempre procurando o que é real, quando na verdade precisamos encontrar apenas o que nos faz feliz.

“A Definição de insanidade de Einstein, é fazer a mesma coisa repetidas vezes e esperar resultados diferentes. ” – (pág. 65)

 

Autor do Livro: Francesca Zappla

Editora: Verus  – Gênero: Ficção – Ano: 2017 – Páginas: 346

Classificação: 

JoiceAssinatura

 

 

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Organiza o Natal – Carlos Drummond de Andrade

Alguém observou que cada vez mais o ano se compõe de 10 meses; imperfeitamente embora, o resto é Natal. É possível que, com o tempo, essa divisão se inverta: 10 meses de Natal e 2 meses de ano vulgarmente dito. E não parece absurdo imaginar que, pelo desenvolvimento da linha, e pela melhoria do homem, o ano inteiro se converta em Natal, abolindo-se a era civil, com suas obrigações enfadonhas ou malignas. Será bom.

Então nos amaremos e nos desejaremos felicidades ininterruptamente, de manhã à noite, de uma rua a outra, de continente a continente, de cortina de ferro à cortina de nylon — sem cortinas. Governo e oposição, neutros, super e subdesenvolvidos, marcianos, bichos, plantas entrarão em regime de fraternidade. Os objetos se impregnarão de espírito natalino, e veremos o desenho animado, reino da crueldade, transposto para o reino do amor: a máquina de lavar roupa abraçada ao flamboyant, núpcias da flauta e do ovo, a betoneira com o sagüi ou com o vestido de baile. E o supra-realismo, justificado espiritualmente, será uma chave para o mundo.

Completado o ciclo histórico, os bens serão repartidos por si mesmos entre nossos irmãos, isto é, com todos os viventes e elementos da terra, água, ar e alma. Não haverá mais cartas de cobrança, de descompostura nem de suicídio. O correio só transportará correspondência gentil, de preferência postais de Chagall, em que noivos e burrinhos circulam na atmosfera, pastando flores; toda pintura, inclusive o borrão, estará a serviço do entendimento afetuoso. A crítica de arte se dissolverá jovialmente, a menos que prefira tomar a forma de um sininho cristalino, a badalar sem erudição nem pretensão, celebrando o Advento.

A poesia escrita se identificará com o perfume das moitas antes do amanhecer, despojando-se do uso do som. Para que livros? perguntará um anjo e, sorrindo, mostrará a terra impressa com as tintas do sol e das galáxias, aberta à maneira de um livro.

A música permanecerá a mesma, tal qual Palestrina e Mozart a deixaram; equívocos e divertimentos musicais serão arquivados, sem humilhação para ninguém.

Com economia para os povos desaparecerão suavemente classes armadas e semi-armadas, repartições arrecadadoras, polícia e fiscais de toda espécie. Uma palavra será descoberta no dicionário: paz.

O trabalho deixará de ser imposição para constituir o sentido natural da vida, sob a jurisdição desses incansáveis trabalhadores, que são os lírios do campo. Salário de cada um: a alegria que tiver merecido. Nem juntas de conciliação nem tribunais de justiça, pois tudo estará conciliado na ordem do amor.

Todo mundo se rirá do dinheiro e das arcas que o guardavam, e que passarão a depósito de doces, para visitas. Haverá dois jardins para cada habitante, um exterior, outro interior, comunicando-se por um atalho invisível.

A morte não será procurada nem esquivada, e o homem compreenderá a existência da noite, como já compreendera a da manhã.

O mundo será administrado exclusivamente pelas crianças, e elas farão o que bem entenderem das restantes instituições caducas, a Universidade inclusive.

E será Natal para sempre.

Ah! Seria ótimo se os sonhos do poeta se transformassem em realidade.

Texto extraído do livro “Cadeira de Balanço”, Livraria José Olympio Editora – Rio de Janeiro, 1972, pág. 52.

JosyAssinatura

 

Os Instrumentos Mortais – Cidade dos Ossos

— Havia uma vez um menino — Jace começou.
Clary interrompeu imediatamente.
— Um menino Caçador de Sombras?
— É claro.
Por um momento, um pouco de divertimento coloriu sua voz. Mas logo tinha ido embora.
— Quando o menino tinha seis anos, seu pai lhe deu um falcão para treinar. “Falcões são aves de rapina – matam aves”, seu pai lhe disse, “como um Caçador de Sombras no céu.” O falcão não gostava do menino, e o menino não gostava dele, também. Seu bico afiado o fazia ficar nervoso, e seus olhos brilhantes sempre pareciam estar observando-o. O animal podia cortá-lo com o bico e as garras quando se aproximava: Por semanas seus pulsos e mãos estavam sempre sangrando. Ele não sabia, mas seu pai tinha selecionado um falcão que tinha vivido na selva mais de um ano, e, portanto, era quase impossível de domar. Porém, o garoto tentou, porque seu pai tinha dito a ele para fazer o falcão ser obediente, e ele queria agradar a seu pai.
“Ele ficou com o falcão constantemente, mantendo-o acordado, falando com ele e até mesmo tocando música para ele, porque um pássaro cansado é mais fácil de domar. Ele usava todo o equipamento: a cinta das pernas, o capuz para vedar os olhos, o cabo, a trela que limitavam o pássaro ao seu pulso. Ele estava mantendo o falcão cego, mas não podia continuar a fazer isso. Em vez disso, ele tentou se sentar onde a ave pudesse vê-lo enquanto ele tocava e alisava suas asas, disposto a confiar nele. Ele alimentava a ave na mão, e de primeira ela não quis comer. Mais tarde ela comeu tão selvagemente que o seu bico cortou a pele da sua palma. Mas o menino estava satisfeito, porque eram progressos, e porque ele queria que a ave o conhecesse, mesmo que a ave tivesse que consumir o seu sangue para que isso acontecesse.
“Ele começou a perceber que aquele falcão era bonito, que as asas finas eram construídas para a velocidade de voo, que era forte e rápido, feroz e suave. Quando mergulhava no chão, era como se movesse como a luz. Quando ele aprendeu a circular e voltar ao seu pulso, o garoto quase gritou com alegria.
“Às vezes o pássaro pulava para o seu ombro e colocava o seu bico no seu cabelo. Ele sabia que a falcão o amava, e quando estava certo de que não fora apenas domesticado, mas perfeitamente domesticado, ele foi até seu pai e lhe mostrou o que tinha feito, esperando que ele se mostrasse orgulhoso.
“Em vez disso o seu pai pegou o pássaro, agora manso e de confiança, nas suas mãos e quebrou o seu pescoço. “Eu lhe disse para torná-lo obediente”, seu pai disse, e largou o corpo sem vida do falcão no chão. “Ao invés disso, você o ensinou a te amar. Falcões não devem ser carinhosos animais de estimação: eles são ferozes e violentos, selvagens e cruéis. Este pássaro não foi domado; ele foi arruinado.”
“Mais tarde, quando seu pai o deixou, o garoto chorou em cima do seu animal, até que eventualmente seu pai enviou um empregado para pegar o corpo da ave e enterrá-la. O menino nunca chorou novamente, e nunca esqueceu do que aprendeu: amar é destruir, e ser amado é ser destruído.

Cassandra Clare – livro “Cidade dos Ossos”

JoiceAssinatura

 

 

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Mais Bonito Não Há – Tiago Iorc part. Milton Nascimento

Olá meus amores e minhas amoras!!!!

Hoje vamos falar da união de dois mitos da música brasileira, um que já está há muito tempo na caminhada, e outro que é bem mais recente mas já é muito importante e tem muito destaque na nossa MPB.

Sou suspeita a falar pois sou fã dos dois, mas na minha opinião essa união é pra lá de perfeita.

Em março desse ano, Tiago Iorc foi para Juiz de Fora, cidade onde mora atualmente Milton Nascimento, a chamado do próprio Milton, seu ídolo e fã, que queria conhecê-lo de perto. Tiago passou quatro dias na casa de Milton e depois continuaram a se encontrar até que resolveram fazer uma parceria que originou a canção “Mais Bonito Não Há”. A canção foi gravada pelos dois em agosto e foi lançada no dia 13 Outubro deste ano, mês em que Milton comemora 75 anos.

A música é uma composição dos dois e tem produção de Iorc. A gravação foi feita no estúdio carioca Toca do Bandido e a Orquestra Filarmônica da Cidade de Praga também tocou com eles.

“Ser amor pra quem anseia
Solidão de casa cheia
Dar a voz que incendeia
Ter um bom motivo para acreditar
Mais bonito não há
Pode acreditar
Mais bonito não há”
Trecho da música “Mais Bonito Não há”

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O Diário de Anne Frank

Título: O Diário de Anne Frank

Anne Frank nasceu em 12 de Junho de 1929. Ela morreu aprisionada no campo de concentração Bergen-Belsen, três meses antes de completar 16 anos. Otto H. Frank (Pai de Anne) foi o único membro da família que sobreviveu ao Holocausto. E morreu em 1980.

Anne Frank escreveu um diário entre 12 de Junho de 1942 à 1º de Agosto de 1944. A princípio guardava-o para si mesma. Até que, certo dia, de 1944, Garret Bolkestein, membro do governo Holandês no exílio, declarou em transmissão radiofônica que, depois que a guerra terminasse, esperava recolher testemunhos oculares do sofrimento do povo Holandês sob ocupação Alemã e que estes pudessem ser postos à disposição do público. Referiu-se especificamente a cartas e diários.

Otto Frank foi quem se dedicou a levar a mensagem do diário da filha às pessoas do mundo todo.

Nota da Blogueira: Meu amigo leitor, é bom lembrar que ao ler as palavras escritas por Anne, vivi intensamente um pouco mais do que foi ser Judeu naquela época, e me compadeci do sofrimento deles, sentindo que hoje, temos tudo nas mãos e mesmo assim estamos em busca de algo maior.

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O Morro dos Ventos Uivantes

Esta é uma história de amor e obsessão. E de purgação, crueza, devastação. No centro dos acontecimentos estão a voluntariosa e geniosa Catherine Earnshaw e seu irmão adotivo Heathcliff. Rude nos modos e afetos, humilhado e rejeitado, ele aprende a odiar; mas com Catherine desenvolve uma relação de “Amor e ódio”, paixão e também perversidade, criando assim um laço de relacionamento muito forte, o que não se sabe é se é o Amor ou o ódio que os mantém unidos. Nada destruirá a essência desse laço – porém quando ela se casa com outro homem, por convenções sociais, as consequências são irreparáveis para todos em volta.

Nota da Blogueira: Meu amigo leitor, devo lhe informar que você está prestes a adentrar o inferno. Mas não hesite: esta viagem valerá cada segundo do seu tempo.

 “E o que não me faz recordá-la? Não posso olhar para este chão, pois seus traços estão impressos nas lajes! Em cada nuvem, em cada árvore…enchendo o ar à noite, e vislumbrada em cada objeto de dia…estou cercado pela sua imagem! Os rostos mais comuns de homens e mulheres, meus próprios traços, debocham de mim com alguma semelhança. O mundo inteiro é uma terrível coleção de recordações de que ela existiu, e de que eu a perdi! ” – (Heathcliff sobre Catharine)

Visão da Blogueira: Com um olhar sensível e agudo, Emily Brontë fez de “O morro dos ventos uivantes” além de um clássico da literatura estrangeira, um retrato comovente e um estudo da degradação humana provocada pelas armadilhas do destino em consequência de um grande amor.

Mas não se engane, apesar de essa história se tratar de um amor, que chega a ser mais forte que a separação da morte, em “O Morro dos Ventos Uivantes” é voltado principalmente para vinganças e rancores. Realmente uma história mórbida, mas Emily Bronte conseguiu trabalhar a narrativa de forma a nos prender do começo ao fim, e ainda, a nos fazer torcer por esse amor que, de certa forma, não deveria de forma nenhuma acontecer.

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Vento Ventania – Biquini Cavadão

Olá meus amores e minhas amoras, tudo certinho com vocês?

Muitos ventos por ai? Pois é, estamos no finalzinho do mês de agosto, conhecido como o mês dos ventos. Como no mês de agosto o inverno já esta no seu finalzinho há muitas rajadas de ventos, ventos de renovação pois com ele são levadas as ultimas folhas secas das árvores para que deem lugares às folhas novas. Sempre penso que o mês de agosto é o mês da transformação. Eu nasci em agosto, e sempre se inicia um novo ciclo em agosto pra mim. Vejo as árvores começando a renascer depois da devastação que o outono e o inverno trouxe. Ah Agosto, obrigada por nos renovar.

E falando em agosto e em ventos, hoje trouxe para vocês uma música que fala muito sobre os ventos, Vento Ventania é um dos maiores sucessos da banda de rock nacional Biquini Cavadão. Quem nunca sentiu uma sensação gostosa de liberdade ao ouvir essa música?

Escrita por Birita, Gouveia, Flores, Sheik, Coelho, integrantes da banda na época,  e pelo músico, compositor e produtor musical Carlos Beni, Vento Ventania se tornou o maior sucesso do disco intitulado Descivilização, lançado em 1991. A música foi incluída na trilha sonora da novela global Deus Nos Acuda, de 1992.

“Vento, ventania
Me leve sem destino
Quero juntar-me a você
E carregar
Os balões pro mar
Quero enrolar
As pipas nos fios
Mandar meus beijos
Pelo ar…” Trecho da música Vento Ventania

Coloquei duas versões dela para vocês conferirem, uma original e outra sendo uma regravação do próprio Biquini Cavadão para o album Biquini Cavadão Ao Vivo – Me Leve Sem Destino lançado em 2014.

Música: Vento Ventania
Artista/ Banda:
Biquini Cavadão
Compositores:
Birita, Gouveia, Flores, Sheik, Coelho, Beni
Álbum: Descivilização
Lançamento: 1991
Gravadora:JosyAssinatura Polygram