Could It Be Any Harder – The Calling

Olá meus amores e minhas amoras!!! Como prometido vamos para nosso primeiro post em homenagem ao livro As Batidas Perdidas do Coração e ao dia dos namorados.

Vamos começar com essa música linda da banda The Calling, que foi gravada em 2001. Escrita pelos integrantes da banda Alex Band, vocalista, e Aaron Kamin, guitarrista a música pertence ao album de estreia da banda Carmino Palmero.

A música tem uma pegada romântica mas também triste, pois fala sobre um amor que se foi, mas para nunca mais voltar. Fala sobre a vontade de ter mais um dia junto à pessoa amada para poder fazer tudo que se deixou de fazer. Infelizmente há coisas que acontecem que não dos dá tempo para despedidas, por isso vamos tentar aproveitar ao máximo cada momento junto às pessoas que amamos, pois não saberemos quando será nosso ultimo momento.

Não costumo escrever sobre coisas tristes, mas infelizmente despedidas e saudade também fazem parte da nossa vida. E é bem isso que essa música nos traz, vamos curtir juntos?

Música: Could It Be Any Harder
Artista/ Banda:
The Calling
Álbum: Carmino Palmero
Compositores:
Alex Band, Aaron Kamin
Lançamento: 2001
Gravadora: RCA

O que achou da nossa primeira música? Você também curtiu The Calling? Fale pra gente.JosyAssinatura

 

 

As Batidas Perdidas do Coração

Olá amores e amoras, só posso começar dizendo: Este livro me pegou completamente, arrasou com as minhas estruturas, e estou de boca aberta, literalmente até agora.Orelha: Viviane acaba de perder o pai, com a mãe em depressão, ela se vê obrigada a assumir o controle da casa com o irmão mais novo. Rafael teve o pai assassinado há alguns anos e agora viu quatro pessoas de sua família, incluindo a única irmã, morrerem em um acidente de carro.

Viviane pertence a uma classe social que ele despreza. Rafael é tudo o que ela sempre ouviu que deveria evitar. Eles são opostos, porém dividem a mesma dor. Jamais se aproximariam se a morte não os colocassem frente a frente, e agora, por mais que saibam que são completamente errados um para o outro, não conseguem evitar uma intensa conexão que poderá salvá-los ou condená-los para sempre.

“Vou amar perdidamente, mesmo de longe, mesmo sem você, mesmo sem nunca mais poder dizer em voz alta.” – Rafa Continue lendo

Backstreet Boys

Pois é eles estão voltando, após 25 anos de banda, lançam uma nova música com direito a clipe e tudo, com a mesma alegria e descontração de sempre, isso mesmo, os Backstreet Boys estão de volta.

Backstreet Boys é um grupo norte-americano formado no ano de 1993 em Orlando na Flórida. tem como integrantes AJ McLean, Howie Dorough, Brian Littrell, Nick Carter e Kevin Richardson. A grande fama da banda se iniciou após seu álbum de estreia internacional, Backstreet Boys  de 1996. No ano seguinte, eles lançaram o segundo álbum internacional, Backstreet’s Back que continuou seu sucesso em todo o mundo. Logo após lançaram Millennium de 1999 e Black & Blue em 2000. Continue lendo

Don’t Go Breaking My Heart – Backstreet Boys

Olá meus amores e minhas amoras!!!

Vim trazer uma novidade dos Backstreet Boys!!! Isso mesmo, uma das boy bands mais queridas dos anos 90, acabam de voltar com tudo e lançam seu novo single Don´t Go Breaking My Heart, juntamente com o clipe, para a alegria de novos fãs e principalmente para aqueles que os acompanham desde o início como nós! Eles não haviam lançado nada desde 2013.

O single foi escrito por Stephen Wrabel e produzido por Jamie Hartman e Stuart Crichton, que enviou a música para o grupo depois de assistir a um de seus shows em Las Vegas há alguns meses. O clipe da nova música é dirigido por Rich + Tone, antigo colaborador dos Backstreet Boys.

Existe uma grande expectativa de que “Don’t Go Breaking My Heart” seja incluída em um novo álbum do grupo. Segundo a revista “Billboard”, a banda tem planos de sair em turnê.

Tanto a música quando o clipe é uma delícia, a música consegue ser romântica e super alto astral ao mesmo tempo. Sem contar que eles continuam com o mesmo carisma de sempre. Confira e nos diga o que achou desse retorno? Você também curtiu como nós curtimos?

Música: Don’t Go Breaking My Heart
Artista/ Banda:
Backstreet Boys
Compositores: Stephen Wrabel, Jamie Hartman e Stuart Crichton
Lançamento: 2018

Para os mais novinhos ou quem queira relembrar, fizemos o post Backstreet Boys, contando um pouquinho da história dessa banda considerada uma das maiores boy bands de todos os tempos, deem uma olhadinha.JosyAssinatura

O Tempo – Mario Quintana

A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa.
Quando se vê, já são seis horas!
Quando de vê, já é sexta-feira!
Quando se vê, já é natal…
Quando se vê, já terminou o ano…
Quando se vê perdemos o amor da nossa vida.
Quando se vê passaram 50 anos!
Agora é tarde demais para ser reprovado…
Se me fosse dado um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.
Seguiria sempre em frente e iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas…
Seguraria o amor que está a minha frente e diria que eu o amo…
E tem mais: não deixe de fazer algo de que gosta devido à falta de tempo.
Não deixe de ter pessoas ao seu lado por puro medo de ser feliz.
A única falta que terá será a desse tempo que, infelizmente, nunca mais voltará.

Mario Quintana

JosyAssinatura

Losing My Religion – R.E.M.

Olá meus amores e minhas amoras!!!
Hoje trouxe mais uma das velhinhas que tanto amamos Losing My Religion,  uma música que foi lançada em 19 de Fevereiro de 1991 nos Estados Unidos, pela banda americana de rock alternativo R.E.M. A música foi o primeiro single do sétimo álbum de  estúdio da banda chamado Out of Time e se tornou o maior hit da banda nos Estados Unidos. A música ficou durante 21 semanas na Billboard Hot 100 (a tabela musical padrão dos Estados Unidos que avalia a lista das cem músicas mais vendidas no decorrer de uma semana, publicada pela revista Billboard). O álbum Out of Time e a canção Losing My Religion fizeram um sucesso que ia além das expectativas da banda.

A canção recebeu muitos elogios por parte da crítica e, em 1992 a banda foi indicada a sete prêmios Grammy, sendo que boa parte das indicações que a banda recebeu nesse ano foi pela canção Losing My Religion. Na cerimônia, a banda acabou levando dois prêmios pela canção o de Melhor ClipeMelhor Performance Vocal Pop de Duo ou Grupo . Ganhou também seis prêmios do MTV Video Music Awards de 1991 que foram Clipe do Ano, Melhor Direção, Melhor Direção de Arte, Descoberta do Ano, Melhor Edição e Melhor Clipe de um Grupo. Em 2004, a canção ficou em 169º lugar na lista das 500 melhores canções de todos os tempos da Revista Rolling Stone. Em 2010 a canção ganhou uma versão cover pela série televisiva Glee, interpretada por Cory Monteith e em 2012 pela banda italiana Lacuna Coil.

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Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban – Versão Illustrada

Harry Potter já é perfeito, ilustrado então, não tem como não amar. Então para todos, que assim como eu, estavam ansiosos por essa notícia:

“A Versão ilustrada, e em português, de Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban, será lançada em Abril/2018.”

Segundo informações retiradas do site “https://potterish.com” a Editora Rocco informou que a versão Ilustrada de Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban chegará às livrarias do Brasil em 2 de Abril de 2018. Essa novidade é de aquecer o coração, não é mesmo? Principalmente para nós amantes de Harry Potter.

Veja algumas imagens das ilustrações que você encontrará nesta linda edição:

“Juntamente com Rony e Hermione, seus melhores amigos, Harry Potter está no terceiro ano na Escola de Magia e Bruxaria  de Hogwarts. Os assustadores guardas da prisão de Azkaban foram chamados para vigiar as entradas da escola, pois um perigoso assassino está foragido e tudo indica que o seu alvo é o Herdeiro de Lilian e Tiago Potter. O que acontecerá com Harry diante dessa ameaça?”

“Em Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban o leitor estará mais uma vez mergulhado no mundo magico de Hogwarts, só que dessa vez Illustrada e cheia de detalhes, e participando de aventuras repletas de imaginação, humor e emoções que repetem o encantamento proporcionado pelos outros livros.”

Está preparado para todo esse encanto? Eu não sei se meu coração aguenta!!! Principalmente essa ansiedade pela chegada do dia 02 de Abril.

Vamos aguardar juntos?

Qualquer novidade volto aqui correndo para contar para vocês.

 

 

JoiceAssinatura

 

 

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Inventei você?

Alex está no último ano do ensino médio e trava uma batalha diária para diferenciar realidade de ilusão. Armada com uma atitude implacável, sua máquina fotográfica, uma bola 8 mágica e sua única aliada  – a irmã mais nova – ela declara uma guerra contra sua esquizofrenia, e pretende vencer. Determinada a se manter sã o suficiente para terminar o colegial e entrar na faculdade.

E Alex está bem otimista com suas chances, até se deparar com Miles. Será mesmo aquele garoto de olhos azuis, com quem ela compartilhou um momento marcante no passado? Mas, aquele garoto, não tinha sido produto de sua imaginação?

Antes que possa perceber, Alex está fazendo amigos, indo a festas, se apaixonando e experimentando todos os ritos de passagem tipicamente adolescentes. O problema é que ela talvez não esteja preparada para ser tão normal assim.

Visão da Blogueira: Um livro fascinante e provocativo, extremamente intrigante, Inventei você?, vem com uma premissa diferente. Descreve a luta que Alex, uma adolescente com um quadro de esquizofrenia, trava para se adaptar a sociedade preconceituosa e nada informada do colégio East Shoal.

“Eu me afastei de costas, puxando uma mecha de cabelo. Já tinha visto comentários sobre essas coisas. Bullyng, brutalidade na escola. Eles não raspariam minha cabeça, raspariam? Mas havia tanta gente, todo mundo assistindo, esperando. Os homens de terno no telhado não faziam nada, bela segurança escolar”. (Inventei você? – pág. 53)

Apesar de tratar-se de um assunto, muitas vezes visto com um certo tabu, este livro é engraçado e divertido. O leitor se apaixona logo nas primeiras páginas por Alex, e passa a enxergar o mundo da forma que ela enxerga. O que mais surpreende, é compreendermos que na maioria das vezes ela passa por dúvidas e incertezas como qualquer outro ser humano.

Sabe quando um livro de pega de tal forma, que você quer a todo momento falar sobre ele com alguém? Pois bem, este livro é assim. Ele te faz rir e chorar, refletir sobre o quanto nos preocupamos em ficar sempre procurando o que é real, quando na verdade precisamos encontrar apenas o que nos faz feliz.

“A Definição de insanidade de Einstein, é fazer a mesma coisa repetidas vezes e esperar resultados diferentes. ” – (pág. 65)

 

Autor do Livro: Francesca Zappla

Editora: Verus  – Gênero: Ficção – Ano: 2017 – Páginas: 346

Classificação: 

JoiceAssinatura

 

 

Você já leu este livro? Conte-nos o que achou para sabermos sobre sua experiência. Afinal, nós escrevemos para você, e gostaríamos muito de saber sua opinião. Deixe aqui o seu comentário, é rapidinho. *-*

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Organiza o Natal – Carlos Drummond de Andrade

Alguém observou que cada vez mais o ano se compõe de 10 meses; imperfeitamente embora, o resto é Natal. É possível que, com o tempo, essa divisão se inverta: 10 meses de Natal e 2 meses de ano vulgarmente dito. E não parece absurdo imaginar que, pelo desenvolvimento da linha, e pela melhoria do homem, o ano inteiro se converta em Natal, abolindo-se a era civil, com suas obrigações enfadonhas ou malignas. Será bom.

Então nos amaremos e nos desejaremos felicidades ininterruptamente, de manhã à noite, de uma rua a outra, de continente a continente, de cortina de ferro à cortina de nylon — sem cortinas. Governo e oposição, neutros, super e subdesenvolvidos, marcianos, bichos, plantas entrarão em regime de fraternidade. Os objetos se impregnarão de espírito natalino, e veremos o desenho animado, reino da crueldade, transposto para o reino do amor: a máquina de lavar roupa abraçada ao flamboyant, núpcias da flauta e do ovo, a betoneira com o sagüi ou com o vestido de baile. E o supra-realismo, justificado espiritualmente, será uma chave para o mundo.

Completado o ciclo histórico, os bens serão repartidos por si mesmos entre nossos irmãos, isto é, com todos os viventes e elementos da terra, água, ar e alma. Não haverá mais cartas de cobrança, de descompostura nem de suicídio. O correio só transportará correspondência gentil, de preferência postais de Chagall, em que noivos e burrinhos circulam na atmosfera, pastando flores; toda pintura, inclusive o borrão, estará a serviço do entendimento afetuoso. A crítica de arte se dissolverá jovialmente, a menos que prefira tomar a forma de um sininho cristalino, a badalar sem erudição nem pretensão, celebrando o Advento.

A poesia escrita se identificará com o perfume das moitas antes do amanhecer, despojando-se do uso do som. Para que livros? perguntará um anjo e, sorrindo, mostrará a terra impressa com as tintas do sol e das galáxias, aberta à maneira de um livro.

A música permanecerá a mesma, tal qual Palestrina e Mozart a deixaram; equívocos e divertimentos musicais serão arquivados, sem humilhação para ninguém.

Com economia para os povos desaparecerão suavemente classes armadas e semi-armadas, repartições arrecadadoras, polícia e fiscais de toda espécie. Uma palavra será descoberta no dicionário: paz.

O trabalho deixará de ser imposição para constituir o sentido natural da vida, sob a jurisdição desses incansáveis trabalhadores, que são os lírios do campo. Salário de cada um: a alegria que tiver merecido. Nem juntas de conciliação nem tribunais de justiça, pois tudo estará conciliado na ordem do amor.

Todo mundo se rirá do dinheiro e das arcas que o guardavam, e que passarão a depósito de doces, para visitas. Haverá dois jardins para cada habitante, um exterior, outro interior, comunicando-se por um atalho invisível.

A morte não será procurada nem esquivada, e o homem compreenderá a existência da noite, como já compreendera a da manhã.

O mundo será administrado exclusivamente pelas crianças, e elas farão o que bem entenderem das restantes instituições caducas, a Universidade inclusive.

E será Natal para sempre.

Ah! Seria ótimo se os sonhos do poeta se transformassem em realidade.

Texto extraído do livro “Cadeira de Balanço”, Livraria José Olympio Editora – Rio de Janeiro, 1972, pág. 52.

JosyAssinatura

 

Os Instrumentos Mortais – Cidade dos Ossos

— Havia uma vez um menino — Jace começou.
Clary interrompeu imediatamente.
— Um menino Caçador de Sombras?
— É claro.
Por um momento, um pouco de divertimento coloriu sua voz. Mas logo tinha ido embora.
— Quando o menino tinha seis anos, seu pai lhe deu um falcão para treinar. “Falcões são aves de rapina – matam aves”, seu pai lhe disse, “como um Caçador de Sombras no céu.” O falcão não gostava do menino, e o menino não gostava dele, também. Seu bico afiado o fazia ficar nervoso, e seus olhos brilhantes sempre pareciam estar observando-o. O animal podia cortá-lo com o bico e as garras quando se aproximava: Por semanas seus pulsos e mãos estavam sempre sangrando. Ele não sabia, mas seu pai tinha selecionado um falcão que tinha vivido na selva mais de um ano, e, portanto, era quase impossível de domar. Porém, o garoto tentou, porque seu pai tinha dito a ele para fazer o falcão ser obediente, e ele queria agradar a seu pai.
“Ele ficou com o falcão constantemente, mantendo-o acordado, falando com ele e até mesmo tocando música para ele, porque um pássaro cansado é mais fácil de domar. Ele usava todo o equipamento: a cinta das pernas, o capuz para vedar os olhos, o cabo, a trela que limitavam o pássaro ao seu pulso. Ele estava mantendo o falcão cego, mas não podia continuar a fazer isso. Em vez disso, ele tentou se sentar onde a ave pudesse vê-lo enquanto ele tocava e alisava suas asas, disposto a confiar nele. Ele alimentava a ave na mão, e de primeira ela não quis comer. Mais tarde ela comeu tão selvagemente que o seu bico cortou a pele da sua palma. Mas o menino estava satisfeito, porque eram progressos, e porque ele queria que a ave o conhecesse, mesmo que a ave tivesse que consumir o seu sangue para que isso acontecesse.
“Ele começou a perceber que aquele falcão era bonito, que as asas finas eram construídas para a velocidade de voo, que era forte e rápido, feroz e suave. Quando mergulhava no chão, era como se movesse como a luz. Quando ele aprendeu a circular e voltar ao seu pulso, o garoto quase gritou com alegria.
“Às vezes o pássaro pulava para o seu ombro e colocava o seu bico no seu cabelo. Ele sabia que a falcão o amava, e quando estava certo de que não fora apenas domesticado, mas perfeitamente domesticado, ele foi até seu pai e lhe mostrou o que tinha feito, esperando que ele se mostrasse orgulhoso.
“Em vez disso o seu pai pegou o pássaro, agora manso e de confiança, nas suas mãos e quebrou o seu pescoço. “Eu lhe disse para torná-lo obediente”, seu pai disse, e largou o corpo sem vida do falcão no chão. “Ao invés disso, você o ensinou a te amar. Falcões não devem ser carinhosos animais de estimação: eles são ferozes e violentos, selvagens e cruéis. Este pássaro não foi domado; ele foi arruinado.”
“Mais tarde, quando seu pai o deixou, o garoto chorou em cima do seu animal, até que eventualmente seu pai enviou um empregado para pegar o corpo da ave e enterrá-la. O menino nunca chorou novamente, e nunca esqueceu do que aprendeu: amar é destruir, e ser amado é ser destruído.

Cassandra Clare – livro “Cidade dos Ossos”

JoiceAssinatura

 

 

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