O Diário de Anne Frank

Título: O Diário de Anne Frank

Anne Frank nasceu em 12 de Junho de 1929. Ela morreu aprisionada no campo de concentração Bergen-Belsen, três meses antes de completar 16 anos. Otto H. Frank (Pai de Anne) foi o único membro da família que sobreviveu ao Holocausto. E morreu em 1980.

Anne Frank escreveu um diário entre 12 de Junho de 1942 à 1º de Agosto de 1944. A princípio guardava-o para si mesma. Até que, certo dia, de 1944, Garret Bolkestein, membro do governo Holandês no exílio, declarou em transmissão radiofônica que, depois que a guerra terminasse, esperava recolher testemunhos oculares do sofrimento do povo Holandês sob ocupação Alemã e que estes pudessem ser postos à disposição do público. Referiu-se especificamente a cartas e diários.

Otto Frank foi quem se dedicou a levar a mensagem do diário da filha às pessoas do mundo todo.

Nota da Blogueira: Meu amigo leitor, é bom lembrar que ao ler as palavras escritas por Anne, vivi intensamente um pouco mais do que foi ser Judeu naquela época, e me compadeci do sofrimento deles, sentindo que hoje, temos tudo nas mãos e mesmo assim estamos em busca de algo maior.

Vejo nas palavras de Anne, que mesmo com todo sofrimento pelo qual ela e mais pessoas estavam passando naquele momento, ela, com 13 anos, sabia mais sobre o amor do que muitas pessoas hoje, apesar de toda a tecnologia com a qual vivemos.

“Amor, o que é o amor? Não creio que se possa realmente pôr em palavras. Amor é entender alguém, se importar, compartilhar das alegrias e tristezas. Isso pode incluir o amor físico. Você compartilha alguma coisa, dá alguma coisa e recebe algo em troca,  seja ou não casada, tenha ou não um filho. Perder a virtude não importa, desde que você saiba que, enquanto viver, terá ao lado alguém que compreenda o que não precisa ser dividido com mais ninguém. ” – Anne Frank – 2 de Março de 1944.

Visão da Blogueira: Como explicar Anne Frank?

Incrível que justamente nesse mês das crianças eu optasse por ler este livro, a dura realidade das pessoas que viveram durante a segunda guerra mundial, é relatada neste livro partindo da simplicidade de uma criança. Que aos 13 anos se viu obrigada a abandonar sua vida, casa – amigos – escola, para viver escondida em um anexo, sótão, de um escritório.

Em seu diário, Anne, trata de forma inocente os dilemas de uma vida em um esconderijo com mais sete pessoas e seus ajudantes. Foi dentro deste esconderijo que Anne, passou de criança para adulta, com dilemas totalmente adolescentes, em uma época que, ser judeu, independentemente da idade ou da classe social, era um “Crime”.

E Anne faz tudo isso de forma a você imaginar, bem de longe, o que era viver naquela época. Os sonhos e ideais que não tinham chances de ser concretizados. A prisão, a falta de comida, a tristeza de ter que ser apenas um amante da natureza, sem poder viver com ela.

“Nesses momentos não penso na infelicidade e sim na beleza que permanece. É nisso que eu e mamãe somos muito diferentes. Seu conselho diante da melancolia é: ‘Pense em todo sofrimento que há no mundo e agradeça por não fazer parte dele’. Meu conselho é: ‘Saia, vá para o campo, aproveite o sol e tudo o que a natureza possa lhe oferecer. Saia e tente recapturar a felicidade que há dentro de você; pense na beleza que há em você e em tudo ao seu redor, e seja feliz. ’” – Anne Frank – 7 de Março de 1944.

 

Autor do Livro: Anne Frank

Editora: Editora Record – Gênero: Autobiografia – Ano: 2014 – Páginas: 416

Classificação: 

JoiceAssinatura

 

 

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