Te levar daqui – Charlie Brown Jr

Boa noite amores e amoras, e essa noite, vamos falar sobre uma música que foi e sempre será um clássico. Por muito tempo esteve nas telinhas da Globo como tema de Malhação, você já deve estar suspeitando de qual músicas estamos falando, certo?

Muito bem, a música de hoje, é nada mais nada menos que “Te Levar Daqui” da banda Charlie Brown Jr, que foi uma banda brasileira de pop rock, que nasceu em Santos no ano de 1992, passando por várias transformações em sua formação. Tendo como vocalista nosso saudoso Alexandre Magno Abrão, mais conhecido como Chorão e como baixista Luiz Carlos Leão Duarte Junior, o nosso tão querido Champignon.

Te Levar Daqui foi um dos singles do segundo álbum da banda, Preço Curto…Prazo Longo, composta pelo próprio Chorão, sendo tema de abertura da novela Malhação na Rede Globo por sete anos consecutivos, entre 1999 e 2006.

Curiosidade: Em algumas entrevistas Chorão chegou a afirmar que essa canção foi inspirada no relacionamento que ele tinha com sua, então esposa, Graziela Gonçalves.

Acho que chegou a hora de ouvirmos esse grande sucesso dessa banda que foi tão importante e querida por muitas pessoas, e que também faz parte da playlist encontrada no livro “As Batidas Perdidas do Coração“.

Música: Te Levar Daqui
Artista/ Banda:
Charlie Brown Jr
Álbum: Preço Curto…Prazo Longo
Compositor:  Alexandre Magno Abrão (Chorão)

Lançamento: 1992

 

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Basta acessar o menu Indicação de Música e curtir os sons da Playlist de As Batidas Perdidas do Coração, em homenagem ao dia dos namorados.

JoiceAssinatura

Fogo – Capital Inicial

Boa noite amores e amoras, e estamos aqui novamente para música de hoje.

E a música de hoje é Fogo, da banda Capital inicial, banda de Rock Brasileira que nasceu em Brasília – Destrito Federal, em 1982. A banda é formada por Dinho Ouro Preto (Vocalista), Flávio Lemos (Baixista) junto com seu irmão Fê Lemos (Baterista), Yves Passatell (Guitarrista) e

pelos músicos de apoio Robledo Silva e Fabiano Carelli.

 

A música Fogo pertence ao album “Você não Precisa Entender”, lançado em 1988. Mas mesmo com sucessos como “Fogo”, “Portas Fechadas” e “Pedra na Mão”, Dinho Ouro Preto descreve-o como pior disco da banda, pois esta passava por um momento turbulento devido ao envolvimento de alguns dos integrandes com drogas.

 

De qualquer forma “Fogo” composta por Dinho Ouro Preto, é uma das músicas de maior sucesso da banda, e também embala a história vivida por Viviane e Rafael. Que tal ouvir mais um sucesso da Playlist do Livro “As Batidas Perdidas do Coração“?

Música: Fogo
Artista/ Banda:
Capital Inicial
Álbum: Você não Precisa Entender
Compositor:  Dinho Ouro Preto

Lançamento: 1988

 

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JoiceAssinatura

Listen to Your Heart – Roxette

Boa noite amores e amoras! O que acham de mais uma música para curtir este finalzinho de dia dos namorados?


E a nossa música que embala este dia para tantos casais apaixonados é Listen To Your Heart, do Roxette, uma dupla de música pop rock sueca, que é formada por Marie Fredriksson e Per Gessle, nascida em Halmostádio na Suécia em 1986.

A música escolhida “Listen To Your Heart”, faz parte do segundo Álbum da banda, “Look Sharp!” gravado em 1988 em estúdio. O sucesso dessa música foi tanto que atingiu a primeira posição na Bilboard Hot 100 (Revista Semanal Norte Americana

 especializada na industria da música) na semana de 4 de

Novembro de 1989.

O Interessante é que o vídeo clipe dessa música foi filmado nas ruínas do Castelo de Borgholm, na Ilha de Öland.

 

Agora que você já conhece um pouco mais dessa linda música, que tal curtir junto com a gente este som, que não só está embalado este dia dos namorados, mas que também embalou as páginas do livro “As Batidas Perdidas do Coração?”

Música: Listen To Your Heart
Artista/ Banda:
Roxette
Álbum: Look Sharp!
Compositores:  Per Gessle e Mats M.P. Persson

Lançamento: 1988

 

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JoiceAssinatura

Slipped Away – Avril Lavigne

Bom dia Amores e Amoras!!!

Nossa música de hoje é Slipped Away da da cantora Canadense Avril Lavigne, denominada pelos críticos como a Princesa do Pop Punk.

A música faz parte do álbum “Under My Skin” lançado durante o primeiro semestre de 2004, sendo este o segundo lançado pela cantora, tendo como singles os grandes sucessos “Don’t Tell Me”, “My Happy Ending” e “Nobody’s Home”, que todos os apaixonados por Avril devem lembrar muito bem..

Mas a primeira música de hoje não foi um single, porém tem uma história muito tocante aos nossos corações, ‘Slipped Away” foi escrita pela cantora em homenagem ao seu avô que veio a falecer enquanto a mesma fazia um show em Dublin, na Irlanda.

“Eu sinto a sua falta
Sinto muito a sua falta
Eu não te esqueço
Oh, é tão triste
Eu espero que possa me ouvir
Eu lembro claramente

O dia que você partiu
Foi o dia que eu descobri
Que não seria a mesma coisa”

Vamos curtir juntos mais uma música da playlist do livro As Batidas Perdidas do Coração.

Música: Slipped Away
Artista/ Banda:
Avril Lavigne
Álbum: Under My Skin
Compositores: Avril Lavigne, Chantal Kreviazuk

Lançamento: 2004

JoiceAssinatura

As Batidas Perdidas do Coração

Olá amores e amoras, só posso começar dizendo: Este livro me pegou completamente, arrasou com as minhas estruturas, e estou de boca aberta, literalmente até agora.Orelha: Viviane acaba de perder o pai, com a mãe em depressão, ela se vê obrigada a assumir o controle da casa com o irmão mais novo. Rafael teve o pai assassinado há alguns anos e agora viu quatro pessoas de sua família, incluindo a única irmã, morrerem em um acidente de carro.

Viviane pertence a uma classe social que ele despreza. Rafael é tudo o que ela sempre ouviu que deveria evitar. Eles são opostos, porém dividem a mesma dor. Jamais se aproximariam se a morte não os colocassem frente a frente, e agora, por mais que saibam que são completamente errados um para o outro, não conseguem evitar uma intensa conexão que poderá salvá-los ou condená-los para sempre.

“Vou amar perdidamente, mesmo de longe, mesmo sem você, mesmo sem nunca mais poder dizer em voz alta.” – Rafa Continue lendo

Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban – Versão Illustrada

Harry Potter já é perfeito, ilustrado então, não tem como não amar. Então para todos, que assim como eu, estavam ansiosos por essa notícia:

“A Versão ilustrada, e em português, de Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban, será lançada em Abril/2018.”

Segundo informações retiradas do site “https://potterish.com” a Editora Rocco informou que a versão Ilustrada de Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban chegará às livrarias do Brasil em 2 de Abril de 2018. Essa novidade é de aquecer o coração, não é mesmo? Principalmente para nós amantes de Harry Potter.

Veja algumas imagens das ilustrações que você encontrará nesta linda edição:

“Juntamente com Rony e Hermione, seus melhores amigos, Harry Potter está no terceiro ano na Escola de Magia e Bruxaria  de Hogwarts. Os assustadores guardas da prisão de Azkaban foram chamados para vigiar as entradas da escola, pois um perigoso assassino está foragido e tudo indica que o seu alvo é o Herdeiro de Lilian e Tiago Potter. O que acontecerá com Harry diante dessa ameaça?”

“Em Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban o leitor estará mais uma vez mergulhado no mundo magico de Hogwarts, só que dessa vez Illustrada e cheia de detalhes, e participando de aventuras repletas de imaginação, humor e emoções que repetem o encantamento proporcionado pelos outros livros.”

Está preparado para todo esse encanto? Eu não sei se meu coração aguenta!!! Principalmente essa ansiedade pela chegada do dia 02 de Abril.

Vamos aguardar juntos?

Qualquer novidade volto aqui correndo para contar para vocês.

 

 

JoiceAssinatura

 

 

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Inventei você?

Alex está no último ano do ensino médio e trava uma batalha diária para diferenciar realidade de ilusão. Armada com uma atitude implacável, sua máquina fotográfica, uma bola 8 mágica e sua única aliada  – a irmã mais nova – ela declara uma guerra contra sua esquizofrenia, e pretende vencer. Determinada a se manter sã o suficiente para terminar o colegial e entrar na faculdade.

E Alex está bem otimista com suas chances, até se deparar com Miles. Será mesmo aquele garoto de olhos azuis, com quem ela compartilhou um momento marcante no passado? Mas, aquele garoto, não tinha sido produto de sua imaginação?

Antes que possa perceber, Alex está fazendo amigos, indo a festas, se apaixonando e experimentando todos os ritos de passagem tipicamente adolescentes. O problema é que ela talvez não esteja preparada para ser tão normal assim.

Visão da Blogueira: Um livro fascinante e provocativo, extremamente intrigante, Inventei você?, vem com uma premissa diferente. Descreve a luta que Alex, uma adolescente com um quadro de esquizofrenia, trava para se adaptar a sociedade preconceituosa e nada informada do colégio East Shoal.

“Eu me afastei de costas, puxando uma mecha de cabelo. Já tinha visto comentários sobre essas coisas. Bullyng, brutalidade na escola. Eles não raspariam minha cabeça, raspariam? Mas havia tanta gente, todo mundo assistindo, esperando. Os homens de terno no telhado não faziam nada, bela segurança escolar”. (Inventei você? – pág. 53)

Apesar de tratar-se de um assunto, muitas vezes visto com um certo tabu, este livro é engraçado e divertido. O leitor se apaixona logo nas primeiras páginas por Alex, e passa a enxergar o mundo da forma que ela enxerga. O que mais surpreende, é compreendermos que na maioria das vezes ela passa por dúvidas e incertezas como qualquer outro ser humano.

Sabe quando um livro de pega de tal forma, que você quer a todo momento falar sobre ele com alguém? Pois bem, este livro é assim. Ele te faz rir e chorar, refletir sobre o quanto nos preocupamos em ficar sempre procurando o que é real, quando na verdade precisamos encontrar apenas o que nos faz feliz.

“A Definição de insanidade de Einstein, é fazer a mesma coisa repetidas vezes e esperar resultados diferentes. ” – (pág. 65)

 

Autor do Livro: Francesca Zappla

Editora: Verus  – Gênero: Ficção – Ano: 2017 – Páginas: 346

Classificação: 

JoiceAssinatura

 

 

Você já leu este livro? Conte-nos o que achou para sabermos sobre sua experiência. Afinal, nós escrevemos para você, e gostaríamos muito de saber sua opinião. Deixe aqui o seu comentário, é rapidinho. *-*

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Os Instrumentos Mortais – Cidade dos Ossos

— Havia uma vez um menino — Jace começou.
Clary interrompeu imediatamente.
— Um menino Caçador de Sombras?
— É claro.
Por um momento, um pouco de divertimento coloriu sua voz. Mas logo tinha ido embora.
— Quando o menino tinha seis anos, seu pai lhe deu um falcão para treinar. “Falcões são aves de rapina – matam aves”, seu pai lhe disse, “como um Caçador de Sombras no céu.” O falcão não gostava do menino, e o menino não gostava dele, também. Seu bico afiado o fazia ficar nervoso, e seus olhos brilhantes sempre pareciam estar observando-o. O animal podia cortá-lo com o bico e as garras quando se aproximava: Por semanas seus pulsos e mãos estavam sempre sangrando. Ele não sabia, mas seu pai tinha selecionado um falcão que tinha vivido na selva mais de um ano, e, portanto, era quase impossível de domar. Porém, o garoto tentou, porque seu pai tinha dito a ele para fazer o falcão ser obediente, e ele queria agradar a seu pai.
“Ele ficou com o falcão constantemente, mantendo-o acordado, falando com ele e até mesmo tocando música para ele, porque um pássaro cansado é mais fácil de domar. Ele usava todo o equipamento: a cinta das pernas, o capuz para vedar os olhos, o cabo, a trela que limitavam o pássaro ao seu pulso. Ele estava mantendo o falcão cego, mas não podia continuar a fazer isso. Em vez disso, ele tentou se sentar onde a ave pudesse vê-lo enquanto ele tocava e alisava suas asas, disposto a confiar nele. Ele alimentava a ave na mão, e de primeira ela não quis comer. Mais tarde ela comeu tão selvagemente que o seu bico cortou a pele da sua palma. Mas o menino estava satisfeito, porque eram progressos, e porque ele queria que a ave o conhecesse, mesmo que a ave tivesse que consumir o seu sangue para que isso acontecesse.
“Ele começou a perceber que aquele falcão era bonito, que as asas finas eram construídas para a velocidade de voo, que era forte e rápido, feroz e suave. Quando mergulhava no chão, era como se movesse como a luz. Quando ele aprendeu a circular e voltar ao seu pulso, o garoto quase gritou com alegria.
“Às vezes o pássaro pulava para o seu ombro e colocava o seu bico no seu cabelo. Ele sabia que a falcão o amava, e quando estava certo de que não fora apenas domesticado, mas perfeitamente domesticado, ele foi até seu pai e lhe mostrou o que tinha feito, esperando que ele se mostrasse orgulhoso.
“Em vez disso o seu pai pegou o pássaro, agora manso e de confiança, nas suas mãos e quebrou o seu pescoço. “Eu lhe disse para torná-lo obediente”, seu pai disse, e largou o corpo sem vida do falcão no chão. “Ao invés disso, você o ensinou a te amar. Falcões não devem ser carinhosos animais de estimação: eles são ferozes e violentos, selvagens e cruéis. Este pássaro não foi domado; ele foi arruinado.”
“Mais tarde, quando seu pai o deixou, o garoto chorou em cima do seu animal, até que eventualmente seu pai enviou um empregado para pegar o corpo da ave e enterrá-la. O menino nunca chorou novamente, e nunca esqueceu do que aprendeu: amar é destruir, e ser amado é ser destruído.

Cassandra Clare – livro “Cidade dos Ossos”

JoiceAssinatura

 

 

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O Diário de Anne Frank

Título: O Diário de Anne Frank

Anne Frank nasceu em 12 de Junho de 1929. Ela morreu aprisionada no campo de concentração Bergen-Belsen, três meses antes de completar 16 anos. Otto H. Frank (Pai de Anne) foi o único membro da família que sobreviveu ao Holocausto. E morreu em 1980.

Anne Frank escreveu um diário entre 12 de Junho de 1942 à 1º de Agosto de 1944. A princípio guardava-o para si mesma. Até que, certo dia, de 1944, Garret Bolkestein, membro do governo Holandês no exílio, declarou em transmissão radiofônica que, depois que a guerra terminasse, esperava recolher testemunhos oculares do sofrimento do povo Holandês sob ocupação Alemã e que estes pudessem ser postos à disposição do público. Referiu-se especificamente a cartas e diários.

Otto Frank foi quem se dedicou a levar a mensagem do diário da filha às pessoas do mundo todo.

Nota da Blogueira: Meu amigo leitor, é bom lembrar que ao ler as palavras escritas por Anne, vivi intensamente um pouco mais do que foi ser Judeu naquela época, e me compadeci do sofrimento deles, sentindo que hoje, temos tudo nas mãos e mesmo assim estamos em busca de algo maior.

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O Morro dos Ventos Uivantes

Esta é uma história de amor e obsessão. E de purgação, crueza, devastação. No centro dos acontecimentos estão a voluntariosa e geniosa Catherine Earnshaw e seu irmão adotivo Heathcliff. Rude nos modos e afetos, humilhado e rejeitado, ele aprende a odiar; mas com Catherine desenvolve uma relação de “Amor e ódio”, paixão e também perversidade, criando assim um laço de relacionamento muito forte, o que não se sabe é se é o Amor ou o ódio que os mantém unidos. Nada destruirá a essência desse laço – porém quando ela se casa com outro homem, por convenções sociais, as consequências são irreparáveis para todos em volta.

Nota da Blogueira: Meu amigo leitor, devo lhe informar que você está prestes a adentrar o inferno. Mas não hesite: esta viagem valerá cada segundo do seu tempo.

 “E o que não me faz recordá-la? Não posso olhar para este chão, pois seus traços estão impressos nas lajes! Em cada nuvem, em cada árvore…enchendo o ar à noite, e vislumbrada em cada objeto de dia…estou cercado pela sua imagem! Os rostos mais comuns de homens e mulheres, meus próprios traços, debocham de mim com alguma semelhança. O mundo inteiro é uma terrível coleção de recordações de que ela existiu, e de que eu a perdi! ” – (Heathcliff sobre Catharine)

Visão da Blogueira: Com um olhar sensível e agudo, Emily Brontë fez de “O morro dos ventos uivantes” além de um clássico da literatura estrangeira, um retrato comovente e um estudo da degradação humana provocada pelas armadilhas do destino em consequência de um grande amor.

Mas não se engane, apesar de essa história se tratar de um amor, que chega a ser mais forte que a separação da morte, em “O Morro dos Ventos Uivantes” é voltado principalmente para vinganças e rancores. Realmente uma história mórbida, mas Emily Bronte conseguiu trabalhar a narrativa de forma a nos prender do começo ao fim, e ainda, a nos fazer torcer por esse amor que, de certa forma, não deveria de forma nenhuma acontecer.

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