• Música

    Resposta – Skank

    Olá meus amores e minhas amoras.

    Hoje vamos falar de mais uma música daquelas que já ficaram velhinhas mas ainda amamos como se fossem os lançamentos mais esperados.

    Resposta, gravada pela banda brasileira Skank é uma dessas músicas, eu ouço sempre e sempre. E quem nunca cantou ela em uma rodinha de amigos acompanhada de alguém tocando um violão?

    Esse clássico foi gravado em julho de 1998 e foi a primeira música de trabalho do álbum Siderado, quarto álbum da  banda que vendeu 750 mil cópias.

    Composta pelo maravilhoso Nando Reis e Samuel Rosa, vocalista da banda, a música possui uma letra incrível e uma melodia  acústica, que a difere das outras músicas do álbum e de todas as músicas até então gravadas pela banda. Segundo Nando Reis, a música foi escrita por ele sobre o término do seu relacionamento com a cantora Marisa Montes.

    “Em paz eu digo que eu sou
    O antigo do que vai adiante
    Sem mais, eu fico onde estou
    Prefiro continuar distante”

  • Música

    Enquanto Cê Não Vem – Eu, Trovador e Onze:20

    Olá meus amores e minhas amoras. Espero que esteja tudo bem com vocês apesar de todo esse momentos que todos estamos passando.

    Esses dias, onde as notícias nem sempre são as melhores e tudo que ouvimos são coisas sobre isolamento social e vacina, para nos livrar desse vírus que tem nos trazido tantas percas, procurei algum lançamento de música que me fizesse sentir bem nesse momento. E de repente, me deparo com uma obra prima dessas, uma música tão linda e com uma letra que na sua simplicidade me fez sentir bem o que eu queria. Que apesar da distância,  apesar de todo isolamento, sempre há amor, sempre há saudade, sempre há aquele friozinho na barriga quando chega uma mensagem da pessoa que amamos. O amor não tem barreiras e nem distância. E isso é lindo.

    Enquanto Cê Não Vem, gravada pela banda Eu, Trovador  com participação de Onze:20, é uma composição de Guga, vocalista da banda em parceria com Clara Valverde, e já está disponível em todas as plataformas digitais.

    “A nossa espinha dorsal é a música romântica, que fala de amor, choro, dor de cotovelo, emoção. Os refrões são rasgados e poéticos, assim como as paixões são nas nossas vidas. Estar apaixonado é um clichê, mas é um clichê maravilhoso”, diz Guga.

  • Música

    Black or White – Michael Jackson

    Olá meus amores e minhas amoras.

    Hoje, acompanhando o movimento antirracista feito por pessoas do mundo todo em suas redes sociais denominado Blackout Tuesday, a primeira música que me veio a mente foi Black or White do Mickel Jackson.

    Blackout Tuesday se trata de uma iniciativa que convida as pessoas a postarem uma foto de cor preta em suas redes sociais com a hashtag #blackouttuesday, como uma forma de protesto e reflexão em respeito às vidas de pessoas negras perdidas. A ideia é provocar um apagão nas redes sociais para que as pessoas se voltem para um tema tão importante e urgente. O movimento antirracismo ganhou destaque na última semana após o assassinato de George Floyd durante uma ação policial nos Estados Unidos. O homem negro foi morto no dia 25 após ser mobilizado por um policial Branco.
    Fonte: https://www.techtudo.com.br

    É triste dizer que o racismo é um dos maiores problemas que ainda hoje enfrentamos em nossa sociedade. Em um mundo tão atual, com problemas tão sérios, o tom de pele ainda é motivo para discriminações. É sobre uma igualdade independente do tom de pele que Black or White quis tratar.

    “Se só existe um tipo de gente, por que as pessoas não se entendem? Se são todos iguais, por que se esforçam para desprezar uns aos outros?” Livro: O Sol é Para Todos, de Harper Lee

  • Inspirações,  Música

    A Pandemia e Nós

    Olá meus amores, faz tempo que não nos falamos por aqui. Muitas coisas se passaram nesses três meses. Muitas coisas aconteceram com a gente e com o mundo.
    Sei que já estamos cansados de ouvir falar em Covid-19, mas não tem como vir aqui e fazer postagens sem antes falar disso, até porque não falar é a mesma coisa que fugir da realidade.

    O mundo mudou, as pessoas mudaram. O ano mal começou e de repente ninguém mais tinha controle sobre o que decidir para o futuro, todos fomos levados a mudar os planos, os objetivos, a mudar nossas vidas. Crianças tendo aulas sem ao menos ir para a escola, estádios de futebol sendo transformados em hospitais, a higiene sendo tratada com a maior importância e nossa casa já não é apenas nosso refúgio, agora é o único lugar em que podemos nos sentir seguros.

    Nesses últimos meses tudo meio que virou de cabeça para baixo, os abraços e beijos não podem mais ser dados, os rostos todos mascarados, os shows são vistos direto das nossas casas, programas de TV totalmente diferentes, as leituras estão sendo colocadas em dia, cultos religiosos sendo transmitidos por redes sociais, muitos estão trabalhando de casa, ou então estão trabalhando menos, ou até mesmo sem trabalho. Outros nos dizendo adeus.

    São tempos muito difíceis, não dá pra negar. Mas também estamos descobrindo o quão fortes somos e como podemos lidar com as mudanças e adversidades da vida, e cá pra nós, essa foi uma das maiores adversidades que já vivemos. Digo vivemos pois estamos todos juntos nessa, não importa a religião, etnia ou classe social, estamos todos passando pelos mesmos problemas, mesmos medos, mesmas incertezas, todos unidos na mesma fé de que tudo isso vai passar.

    Vejo muitas notícias tristes, números assustadores, porém vejo muita mensagem de otimismo, pessoas levando alegria e mensagens positivas para todos.
    “Vai passar!” Essa é a mensagem que mais ouço e me apego. Não adianta nos desesperarmos, mas não podemos negligenciar os fatos. Então o que nos resta é nos cuidar, cuidar dos nossos. Devemos seguir as recomendações da OMS sem reclamar, pois é o melhor pra todos. Deixem as brigas políticas de lado, ela não cura a doença.

  • Livro

    O Menestrel – William Shakespeare

    Depois de algum tempo você aprende a diferença, a sutil diferença entre dar a mão e acorrentar uma alma. E você aprende que amar não significa apoiar-se. E que companhia nem sempre significa segurança. Começa a aprender que beijos não são contratos e que presentes não são promessas.
    Começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança.
    Aprende a construir todas as suas estradas no hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão.
    Depois de um tempo você aprende que o sol queima se ficar exposto por muito tempo.
    E aprende que, não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam… E aceita que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la por isso. Aprende que falar pode aliviar dores emocionais.
    Descobre que se leva anos para construir confiança e apenas segundos para destruí-la…
    E que você pode fazer coisas em um instante das quais se arrependerá pelo resto da vida. Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias.
    E o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem na vida.
    E que bons amigos são a família que nos permitiram escolher.
    Aprende que não temos de mudar de amigos se compreendemos que os amigos mudam…
    Percebe que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos. Descobre que as pessoas com quem você mais se importa na vida são tomadas de você muito depressa… por isso sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas; pode ser a última vez que as vejamos. Aprende que as circunstâncias e os ambientes têm influência sobre nós, mas nós somos responsáveis por nós mesmos. Começa a aprender que não se deve comparar com os outros, mas com o melhor que pode ser.
    Descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que quer ser, e que o tempo é curto.
    Aprende que não importa onde já chegou, mas para onde está indo… mas, se você não sabe para onde está indo, qualquer caminho serve.
    Aprende que, ou você controla seus atos, ou eles o controlarão… e que ser flexível não significa ser fraco, ou não ter personalidade, pois não importa quão delicada e frágil seja uma situação, sempre existem, pelo menos, dois lados. Aprende que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as conseqüências. Aprende que paciência requer muita prática.

  • Livro

    Paz Interior – Fiduma e Jeca (Part. Gustavo Mioto)

    Quem nunca quis sair da rotina das cidades grandes, redes sociais e tecnologia? Quem nunca quis ficar um tempo na tranquilidade do interior onde ouvimos os pássaros e observamos, à noite, os vagalumes?
    São coisas simples e gostosas que nos relaxam e nos fazem perceber que a beleza e a felicidade estão nas pequenas coisas da vida e no contato pessoal e não apenas o contato por redes sociais.
    É essa mensagem que nossa música de hoje vem nos passar.

    “Vamos largar a mão dessa selva de pedra
    Tirar o sapato, pisar descalço na terra e sentir o ar
    Ver os vagalumes brilhar
    Ficar em off paz interior
    Que a gente ganha a guerra”

    Paz Interior foi gravada por Fiduma e Jeca e com a participação de Gustavo Mioto, tendo seu vídeo clipe lançado no dia primeiro de novembro desse ano. A música faz parte do projeto “Alcooústico 2”, um DVD gravado em São José do Rio Preto, cidade de origem da dupla. Alcooústico 2 conta com 15 canções inéditas além de mais duas participações: Matogrosso & Mathias com Igrejinha Azul e Pedro Paulo & Alex na divertida Alcoonteceu
    A canção é uma composição de Gabriel Vittor, Juliano Tchula e Léo Targino e fala sobre um casal que se deixou levar pela correria do dia a dia e da rotina digital.

    Segundo a biografia da dupla, eles se conheceram em 2010 e muitas pessoas do mercado sertanejo passaram a ouvir o diferente nome dos jovens cantores do interior de São Paulo, Fiduma e Jeca! Eles que coincidentemente nasceram no mesmo dia, mês e ano, em 29 de abril de 1992, se encontraram em Ilha Solteira / SP, na UNESP, faculdade onde cursavam Agronomia, foi lá que receberam os apelidos “Fiduma” e “Jeca”, dado à Pedro e Marcelo por veteranos da república em que moravam, a afinidade foi imediata e hoje quem não conhece sua história pode ter a certeza que são irmão de sangue. São os cantores de  “Anjo Chapadex”  que em pouco tempo alcançou grande popularidade e passou a ficar conhecida no Brasil inteiro.

    Vamos curtir juntos essa música fofa? Deixe nos comentários o que achou dela e o que acha de dar uma fugidinha da correria do dia a dia para curtir a “paz do interior”?

    Música: Paz Interior
    Artista/ Banda: Fiduma e Jeca com participação de Gustavo Mioto
    Álbum: Alcooústico 2
    Compositores:
    Gabriel Vittor, Juliano Tchula e Léo Targin
    Lançamento: 2019
    JosyAssinatura

     

  • Livro

    Amar – Carlos Drummond de Andrade

    Que pode uma criatura senão,
    entre criaturas, amar?
    amar e esquecer, amar e malamar,
    amar, desamar, amar?
    sempre, e até de olhos vidrados, amar?

    Que pode, pergunto, o ser amoroso,
    sozinho, em rotação universal,
    senão rodar também, e amar?
    amar o que o mar traz à praia,
    o que ele sepulta, e o que, na brisa marinha,
    é sal, ou precisão de amor, ou simples ânsia?

    Amar solenemente as palmas do deserto,
    o que é entrega ou adoração expectante,
    e amar o inóspito, o cru,
    um vaso sem flor, um chão de ferro,
    e o peito inerte, e a rua vista em sonho, e
    uma ave de rapina.

    Este o nosso destino: amor sem conta,
    distribuído pelas coisas pérfidas ou nulas,
    doação ilimitada a uma completa ingratidão,
    e na concha vazia do amor a procura medrosa,
    paciente, de mais e mais amor.

    Amar a nossa falta mesma de amor,
    e na secura nossa amar a água implícita,
    e o beijo tácito, e a sede infinita.

    JosyAssinatura

  • Música

    Vitor Kley & Samuel Rosa – A Tal Canção Pra Lua

    Olá meus amores.
    Hoje vamos falar de mais um lançamento, uma música de Vitor Kley com a participação do nosso queridinho Samuel Rosa vocalista da banda Skank.

    A música foi composta por Vitor Kley, que segundo ele, escreveu a mesma para atender às pessoas que pediam que ele fizesse uma música sobre a lua, já que tinha feito uma sobre o sol.

    Vitor Kley, que compôs sua primeira canção com apenas 10 anos de idade, em homenagem a sua avó falecida, começou a tocar violão ainda na adolescência com o incentivo de sua mãe e seu pai. E aos 13 anos lançou seu primeiro álbum com 15 faixas de forma independente. Em 2012 lançou o segundo álbum da carreira “Luz a Brilhar” que foi produzido pelo músico Armandinho, seu padrinho musical.

    Em 2015, assinou contrato com a gravadora Midas Music e em novembro de 2016 lançou seu primeiro EP auto-intitulado “Vitor Kley”,  que contou com os singles “Dois Amores e “Farol”. Em Outubro de 2017, lançou O Sol que se tornou um hit nacional estando entre as mais tocadas das rádios e streamings de música, fazendo o cantor se tornar conhecido nacionalmente e se tornar um dos artistas mais ouvidos do país e desde então não para de emplacar sucessos como “Morena” e “Pupila” com a parceria de Anavitória.

  • Música

    Sandy e Junior – Nossa História

    Olá meus amores, espero que esteja tudo bem com vocês. Hoje estamos aqui para celebrar nosso retorno e por isso vamos falar de outro retorno que está mexendo com nossos corações, a volta da dupla Sandy e Junior.  Falar de Sandy e Junior é fazer um misto de Música Boa Nunca Envelhece, Sobre o Cantor e Novidades, isso mesmo, elas fazem tudo isso com nossos corações.

    “Estou sentindo solta pelo ar
    Uma energia que quer me dominar
    É uma coisa boa que vem na minha direção
    Que me contagia e até dispara o coração

    Falar de Sandy e Junior é a mesma coisa que falar sobre um familiar querido, pois eles conseguiram fazer parte da nossa vida como se fosse alguém da nossa família mesmo. Muitos de nós crescemos juntos com eles, eu mesma nasci em 1985, dois anos após a Sandy e um ano após o Junior, eu cresci vendo Sandy e Junior crescendo junto comigo, as músicas deles se encaixavam em cada momento da minha vida, desde a infância até a adolescência.

    Você pode gostar de rock, pop, sertanejo, axé, funck, e também de Sandy e Junior pois eles não são um gênero, são uma história. Desde que iniciaram a dupla após uma aparição no programa Som Brasil, em 1989, onde cantaram “Maria Chiquinha”, a Sandy com seis anos de idade e o Junior com cinco, atraíram a atenção de empresários e gravadoras e assinaram um contrato de três álbuns com a PolyGram. Dai em diante foram vários álbuns e muitas músicas de sucesso, dentre elas  “Maria Chiquinha”, “Com Você”, “O Universo Precisa de Vocês (Power Rangers)”, “Dig-Dig-Joy”, “Era Uma Vez…”, “No Fundo do Coração”, “Inesquecível”, “As Quatro Estações”, “A Lenda”, “Quando Você Passa (Turu Turu)”, “Love Never Fails”, “Desperdiçou” e “Estranho Jeito de Amar”.

    “Eu desisto de entender
    É um sinal que estamos vivos
    Pra esse amor que vai crescer
    Não há lógica nos livros
    E quem poderá prever
    Um romance imprevisível
    Com um turu, turu, turu, turu, turu, turu, tu”

  • Inspirações

    O Bem Que Se Faz

    Olá meus amores, dizem que o bem que você faz não se deve contar e eu também penso assim, mas hoje vou abrir uma exceção pois quero compartilhar algo com vocês.

    Hoje um colega de trabalho apareceu com uma andorinha na mão, ela estava toda cheia de cola, principalmente nas asinhas e não conseguia voar, possivelmente caiu em uma armadilha. O meu colega simplesmente chegou, olhou para mim e disse “Esse pássaro está precisando de ajuda, será que você consegue ajudar?”. Eu não pensei duas vezes, peguei aquela pequenina ave nas mãos e fui tentar lavar a coitadinha. Lavei ela várias vezes, alguns colegas me ajudaram segurando a água, me passando o sabão, mas estava complicado tirar a cola das asinhas da avezinha. E tinha que ter muito cuidado ao lavar ela para não machucá-la.

    Liguei em uma loja que vende ração para tentar descobrir como tirar a cola da ave de uma maneira mais fácil, e disseram que passar óleo poderia ajudar, óleo corporal para bebê seria o mais indicado. Pesquisei na internet sobre e encontrei a mesma solução. Então, no horário do meu almoço, fui em uma farmácia comprar o óleo. Comprei e passei óleo na avezinha, resultado, saiu mais um pouco da cola, mas ela ficou oleosa, e mesmo lavando com sabonete depois, as asinhas dela ainda ficaram fechadinhas.

    Soltei a andorinha em um gramado que tem aqui, mas nada de ela conseguir voar, batia as asinhas e nada. Peguei-a novamente, lavei mais uma vez as asinhas dela com cuidado e tentei tirar mais um pouquinho da cola que tinha e o óleo que ficou. Sequei-a e soltei-a no gramado novamente. Ela foi se secando, tentando voar. E isso demorou mais de meia hora, tirei ela de arbustos, pois ela se enfiava no meio deles para, talvez, se esconder do perigo.

    Depois de muito tentar a andorinha voou, começou com um voo baixo, e foi subindo, até que conseguiu chegar à algumas arvores que tem aqui por perto e não a vi mais. Foi o melhor agradecimento que eu poderia ter, foi uma alegria tão grande que parecia que era eu que havia levantado voo e saído em direção à minha liberdade.

    Depois disso fiquei pensando, como é bom fazer o bem, como isso é gratificante, e como enriquece o coração. E isso não só para uma andorinha, mas sim para qualquer ser vivo que precise. Quantas pessoas estão precisando de ajuda agora, por exemplo? Talvez essas pessoas precisem apenas que nós as ajudemos a limpar suas asas para que elas possam levantar voo sozinhas.

    Fazer o bem nos faz bem. E como disse a abençoada Madre Tereza de Calcutá “O bem que você faz hoje pode ser esquecido amanhã. Faça o bem assim mesmo. Veja que, ao final das contas, é tudo entre você e Deus! Nunca foi entre você e os outros”.
    Espero que esse meu relato inspire mais e mais pessoas a fazerem o bem, isso enobrece a alma.
    JosyAssinatura